Pular para o conteúdo principal

Calculadora de Alarme por Tipologia

Estima os sensores recomendados e o custo do sistema de alarme residencial por tipologia no Brasil.

No Brasil, dimensionar um alarme residencial pela tipologia é o ponto de partida mais prático para a maioria dos proprietários e locatários. Um apartamento de 2 quartos em São Paulo tem necessidades distintas de uma casa isolada em Goiânia, e a tipologia condensa essa realidade sem exigir um levantamento técnico completo. Esta calculadora usa a classificação T0 a T4 (equivalente a studio, 1, 2, 3 e 4 quartos) para estimar quantos sensores magnéticos e detectores de movimento são adequados, e qual o custo estimado de equipamento, instalação e monitoramento.

O resultado é atualizado automaticamente.

Recomendação para esta tipologia: 7 sensores porta/janela + 2 detectores PIR

Define os preços de referência do equipamento. Cada preço é ajustável.

Kit base R$ 400 · sensor R$ 35 · PIR R$ 50 (padrão; ajustável)

Deslocamento R$ 180 + R$ 35/sensor (padrão; ajustável)

Mensalidade de R$ 40/mês — custo recorrente após instalação

Custo total estimado (1.º ano)

R$ 1.650
Equipamento
R$ 745
Instalação
R$ 425
Monitoramento (12 meses)
R$ 480
Total 1.º ano
R$ 1.650
Compartilhar

Como funciona

1

Selecionar a tipologia do imóvel (T0 a T4, equivalente a studio, 1, 2, 3 e 4 quartos).

2

Escolher o tipo de habitação: apartamento, sobrado geminado ou casa isolada.

3

Selecionar o nível do sistema: básico (DIY), profissional ou integrado.

Fórmula

C_equip = C_kit + Ns × C_sensor + Np × C_PIR C_inst = C_base + Ns × C_inst_s C_1ano = C_equip + C_inst + C_mensal × 12
NsNúmero de sensores porta/janela recomendados para a tipologia
NpNúmero de detectores PIR recomendados para a tipologia
C_kitPreço do kit base (central + sirene + teclado) para o nível do sistema
C_sensorPreço unitário do sensor porta/janela
C_PIRPreço unitário do detector de movimento PIR
C_baseCusto base de instalação (deslocamento + configuração)
C_inst_sCusto de instalação por sensor
C_mensalMensalidade de monitoramento (central receptora de alarmes 24 h)

Como funciona o cálculo

Quantos Sensores Precisa um Alarme por Tipologia no Brasil?

Dimensionar um alarme residencial pela tipologia é o método mais acessível para proprietários e inquilinos brasileiros que querem uma estimativa rápida antes de solicitar um orçamento formal. A classificação T0 a T4, comum em mercados lusófonos, equivale no contexto brasileiro a studio (T0), 1 quarto (T1), 2 quartos (T2), 3 quartos (T3) e 4 quartos ou mais (T4). Essa correspondência permite usar a calculadora independentemente da nomenclatura local.

A lógica de dimensionamento baseia-se nas aberturas vulneráveis: cada porta e janela acessível do exterior deve ter um sensor magnético, e cada área de circulação principal (corredor, sala, garagem) deve ter um detector PIR. Quanto maior a tipologia e mais acessos exteriores tiver o imóvel, mais dispositivos são necessários.

Sensores por Tipologia no Contexto Brasileiro

Para apartamentos em edifícios brasileiros, a prática de mercado aponta para estimativas próximas às seguintes:

  • T0 a T1 (studio a 1 quarto): 3 a 4 sensores magnéticos e 1 detector PIR cobrindo sala e corredor.
  • T2 (2 quartos): 5 sensores e 2 PIR, suficiente para a entrada, janelas da sala e quartos com varanda.
  • T3 (3 quartos): 7 sensores e 2 PIR, cobrindo duas frentes de janelas, varandas e porta de entrada.
  • T4 (4 quartos ou mais): 9 sensores e 3 PIR para cobertura de todas as frentes e zonas de circulação.

Casas precisam de mais perímetro. Uma casa geminada T3 fica bem atendida com 9 sensores e 3 PIR; uma casa isolada T3 requer tipicamente 11 sensores e 4 PIR para cobrir entradas, garagem e fachadas.

Os Três Níveis de Sistema Disponíveis no Brasil

O mercado brasileiro de alarmes residenciais organiza os sistemas em três patamares:

Básico (DIY): Sistemas sem fio para autoinstalação. Centrais de entrada de marcas como Intelbras (líder nacional) e JFL Alarmes permitem que o próprio usuário instale e configure via aplicativo. Adequado para apartamentos em condomínios fechados ou imóveis com baixo risco percebido.

Profissional: O nível mais comum em instalações realizadas por empresa especializada. Central com comunicação GSM de backup, sirene externa, teclado físico e compatibilidade com centrais receptoras de alarme (CRA). As principais marcas presentes no mercado profissional brasileiro incluem Intelbras, JFL, DSC e Bosch Security.

Integrado (topo de linha): Sistemas com integração de automação residencial, câmeras IP, detecção de fumaça e CO. Instalação obrigatoriamente por empresa especializada, com configuração avançada. É a escolha para imóveis de alto padrão ou com exigências específicas de seguro.

Monitoramento: Alarme Autônomo ou Central Receptora?

Um alarme autônomo dispara a sirene e notifica o proprietário pelo aplicativo, mas não gera resposta de terceiros. Uma central receptora de alarmes (CRA) permanece em serviço 24 horas e, ao receber o sinal, aciona uma ronda privada ou a Polícia Militar conforme o protocolo contratado.

No Brasil, o monitoramento por CRA é regulado pela Lei n.º 7.102/1983 (Lei de Segurança Privada) e suas atualizações. As empresas de monitoramento devem ser credenciadas junto à Polícia Federal. Entre os principais operadores com presença nacional estão Prosegur, Securitas e operadores regionais credenciados. A decisão entre alarme autônomo e monitorado depende do período de ausência do imóvel e do nível de risco local.

Erros Comuns no Dimensionamento

O erro mais frequente é instalar detectores PIR no interior sem sensores nas janelas. Um PIR detecta movimento já dentro do imóvel; os sensores magnéticos nas janelas dão o alerta antes de haver invasão.

O segundo erro é ignorar varandas em apartamentos com fachada acessível por estruturas adjacentes, garagens cobertas ou muros. A prática recomendada pelos instaladores certificados brasileiros é proteger todas as aberturas acessíveis, independentemente do andar.

O terceiro erro é subestimar o custo do monitoramento ao longo do tempo. A mensalidade da CRA é recorrente; ao comparar custo total de dois a três anos, o modelo autônomo pode ser mais econômico dependendo do perfil de uso.

Quando Solicitar um Orçamento Presencial

Esta calculadora fornece uma estimativa baseada em tipologia. Para uma proposta rigorosa, solicitar a visita de uma empresa especializada credenciada é sempre recomendável, especialmente em casas com múltiplas entradas, garagem ou área externa. O técnico avalia as aberturas reais, os pontos de risco específicos e o contexto local antes de propor um sistema dimensionado para o caso concreto.

Perguntas frequentes

Quantos sensores precisa um alarme para um apartamento de 3 quartos no Brasil?

Para um apartamento de 3 quartos (equivalente ao T3), a estimativa típica é de 7 sensores magnéticos (porta de entrada, janelas principais e varandas) e 2 detectores PIR (corredor e sala). Esse número pode variar conforme a quantidade de aberturas: apartamentos de canto ou com muitas janelas requerem mais sensores.

Qual a diferença entre sistema básico, profissional e integrado?

O sistema básico destina-se à autoinstalação sem fio, com controle pelo aplicativo e sirene interna. O sistema profissional inclui central com comunicação GSM de backup, sirene externa e instalação por empresa especializada, que é o padrão habitual para moradia familiar no Brasil. O sistema integrado adiciona automação residencial, câmeras IP e detecção de fumaça e CO.

O monitoramento 24 horas é obrigatório no Brasil para imóveis residenciais?

Não é obrigatório para residências particulares. O monitoramento por central receptora de alarmes (CRA) é opcional. Algumas apólices de seguro residencial exigem, porém, a instalação de alarme monitorado para certas coberturas de roubo. Para empresas e estabelecimentos financeiros, a lei pode exigir monitoramento por CRA credenciada junto à Polícia Federal.

Intelbras ou JFL: qual central de alarme escolher?

Ambas são marcas nacionais consolidadas com ampla rede de suporte no Brasil. A Intelbras tem portfólio mais amplo e maior presença no varejo, sendo frequentemente a escolha para sistemas de entrada e médio porte. A JFL é reconhecida entre instaladores profissionais pela robustez das centrais e pelo suporte técnico. A escolha depende da compatibilidade com os sensores disponíveis na região e da preferência do instalador.

Qual a vantagem de um sistema profissional instalado por empresa especializada?

A instalação profissional garante dimensionamento correto das zonas, configuração de redundância de comunicação (GSM + rede), integração com CRA credenciada e suporte técnico pós-instalação. Além disso, algumas apólices de seguro exigem que o sistema tenha sido instalado por empresa credenciada para validade da cobertura de roubo.

Quando devo pedir orçamento presencial em vez de usar esta calculadora?

Esta calculadora fornece uma estimativa por tipologia para uma primeira orientação de custos. Para uma proposta rigorosa, solicitar um orçamento presencial a uma empresa especializada é especialmente recomendado em casas com múltiplas entradas, andares distintos, garagem ou área externa. O técnico avalia as aberturas reais e o contexto de risco específico do imóvel.

Calculadoras relacionadas

Ver todas as calculadoras de Reforma e Sistemas

Pelo RivoCalc · Revisado segundo a metodologia editorial · Atualizado em 18 de julho de 2026

Esta calculadora fornece uma estimativa indicativa baseada na tipologia do imóvel. Os valores reais dependem do número efetivo de aberturas, das características construtivas e dos preços da empresa instaladora. Para uma proposta detalhada, contactar uma empresa especializada credenciada.