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Calculadora de Alarme por Tipologia

Estima os sensores recomendados e o custo do alarme residencial para T1, T2, T3 ou moradia em Portugal.

O resultado actualiza automaticamente.

Recomendação para esta tipologia: 7 sensores porta/janela + 2 detectores PIR

Define os preços de referência do equipamento. Cada preço é ajustável.

Kit base 400 € · sensor 35 € · PIR 50 € (por defeito; ajustável)

Deslocação 180 € + 35 €/sensor (por defeito; ajustável)

Mensalidade de 40 €/mês — custo recorrente após instalação

Custo total estimado (1.º ano)

1650 €
Equipamento
745 €
Instalação
425 €
Monitorização (12 meses)
480 €
Total 1.º ano
1650 €
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Como funciona

1

Selecciona a tipologia da habitação (T0 a T4).

2

Escolhe o tipo de habitação: apartamento, moradia geminada ou moradia isolada.

3

Selecciona o nível do sistema: básico (DIY), profissional ou integrado.

Fórmula

C_equip = C_kit + Ns × C_sensor + Np × C_PIR C_inst = C_base + Ns × C_inst_s C_1ano = C_equip + C_inst + C_mensal × 12
NsNúmero de sensores porta/janela recomendados para a tipologia
NpNúmero de detectores PIR recomendados para a tipologia
C_kitPreço do kit base (central + sirene + teclado) para o nível do sistema
C_sensorPreço unitário do sensor porta/janela
C_PIRPreço unitário do detector de movimento PIR
C_baseCusto base de instalação (deslocação + configuração)
C_inst_sCusto de instalação por sensor
C_mensalMensalidade de monitorização (central de alarmes 24 h)

Fontes:

  • Lei n.º 34/2013, de 16 de Maio — Regime Jurídico da Segurança Privada
  • EN 50131 — Sistemas de alarme. Sistemas de alarme de intrusão e assalto
  • Ajax Systems Portugal — Documentação técnica de produtos e instalação
  • Portaria n.º 273/2013, de 20 de Agosto — Regulamentação de Segurança Privada

Como funciona o cálculo

Quantos Sensores Precisa um Alarme por Tipologia?

Dimensionar um alarme residencial pela tipologia é o ponto de partida mais prático para a maioria dos proprietários em Portugal. Um T2 num prédio do Porto tem necessidades distintas de uma moradia isolada no Alentejo, e a tipologia condensa essa realidade em termos compreensíveis sem exigir um levantamento técnico completo.

Este cálculo parte de dois parâmetros: o número de quartos (T0 a T4) e o tipo de habitação (apartamento, moradia geminada ou moradia isolada). Com esses dados, a calculadora estima quantos sensores magnéticos (porta/janela) e detectores de movimento PIR são adequados, e calcula o custo de equipamento, instalação e monitorização.

Quantos Sensores por Tipologia?

A lógica de dimensionamento baseia-se nas aberturas vulneráveis: cada porta e janela acessível do exterior deve ter um sensor magnético, e cada zona de circulação principal (corredor, sala, garagem) deve ter um detector PIR. Quanto maior a tipologia e mais acessos exteriores tiver a habitação, mais dispositivos são necessários.

Para apartamentos em Portugal, a prática de mercado aponta para:

  • T0 a T1: 3 a 4 sensores de porta/janela e 1 detector PIR cobrindo a sala e corredor.
  • T2: 5 sensores e 2 PIR — suficiente para a entrada, as janelas da sala e quartos com varanda.
  • T3: 7 sensores e 2 PIR — cobre duas frentes de janelas, duas varandas e a porta de entrada com reforço.
  • T4: 9 sensores e 3 PIR — cobertura de todas as frentes e zonas de circulação.

Moradias precisam de mais perímetro. Uma moradia geminada T3 fica bem servida com 9 sensores e 3 PIR; uma moradia isolada T3 requer tipicamente 11 sensores e 4 PIR para cobrir entradas, garagem e fachadas.

Os Três Níveis de Sistema Disponíveis em Portugal

O mercado português organiza os sistemas residenciais em três patamares:

Básico (DIY) — Sistemas sem fios para auto-instalação, como as kits de entrada da gama Ajax. A central é simples, a aplicação móvel é o painel de controlo principal, e a sirene é interior. Adequado para apartamentos em zonas de risco baixo, locatários ou quem quer protecção básica sem investimento elevado.

Profissional — O nível mais comum em instalações com técnico certificado. Central Ajax Hub 2, DSC PowerSeries Neo ou equivalente Paradox, sirene exterior homologada, teclado físico e comunicação GSM de backup. Cobre o standard de facto do mercado português para habitação familiar.

Integrado (topo de gama) — Sistemas como Paradox EVO ou Texecom Premier com integração de domótica, câmaras, detecção de fumo e CO. Instalação obrigatoriamente profissional, com configuração avançada e garantia de instalador.

Monitorização: Alarme Autónomo ou Central de Recepção?

Um alarme autónomo dispara a sirene e notifica o proprietário por aplicação, mas não gera resposta de terceiros. Uma central de recepção de alarmes (CRA) fica em serviço 24 horas por dia e aciona uma patrulha ou as autoridades quando recebe o sinal.

Os principais prestadores de monitorização com presença em Portugal incluem a Securitas Direct/Verisure, a NOS Securitas, a Prosegur Alarmes e a Sector Alarm. A escolha entre alarme autónomo e monitorizado depende do período de ausência da habitação e do nível de risco local.

Nota: o custo de monitorização é recorrente. Quando se compara o custo de um alarme com monitorização ao custo sem, convém considerar o custo total ao fim de dois a três anos, não apenas o investimento inicial.

Erros Comuns no Dimensionamento

O erro mais frequente é subproteger o perímetro: instalar detectores PIR no interior sem sensores nas janelas. Um PIR deteta movimento já dentro de casa — os sensores magnéticos na janela dão o alerta antes de haver intrusão.

O segundo erro é esquecer varandas de piso elevado em apartamentos com fachada acessível por estruturas adjacentes (garagens, muros, árvores). Em Portugal, a PSP e as companhias de seguros recomendam proteger todas as aberturas até ao 3.º andar, independentemente da tipologia.

O terceiro erro é instalar um sistema de Grau 1 (norma EN 50131) quando a apólice de seguro ou as condições da habitação exigem Grau 2. A maior parte das instalações profissionais em Portugal segue o Grau 2, que requer dupla via de comunicação e antimanipulação em todos os dispositivos.

Quando Consultar uma Empresa de Segurança Certificada

A calculadora fornece uma estimativa baseada em tipologia. Para uma proposta rigorosa, solicita uma visita de levantamento a uma empresa certificada pela PSP nos termos da Lei n.º 34/2013. O técnico avalia as aberturas reais, os pontos de risco específicos da habitação e o contexto local antes de propor um sistema dimensionado para o caso concreto.

Perguntas frequentes

Quantos sensores precisa um alarme para um T3 em apartamento?

Para um apartamento T3 em Portugal, a estimativa habitual é de 7 sensores magnéticos (porta de entrada, janelas principais e varandas) e 2 detectores PIR (corredor e sala). Este número pode variar consoante a configuração das aberturas — apartamentos de canto ou com muitas janelas requerem mais sensores.

Qual a diferença entre sistema básico, profissional e integrado?

O sistema básico destina-se a auto-instalação sem fios, com controlo por aplicação e sirene interior. O sistema profissional inclui central com comunicação GSM de backup, sirene exterior homologada e instalação por técnico certificado — é o padrão habitual para habitação familiar em Portugal. O sistema integrado adiciona domótica, câmaras e detecção de fumo/CO.

A monitorização 24 horas é obrigatória em Portugal?

Não é obrigatória para habitações particulares. A monitorização por central de recepção de alarmes (CRA) é opcional para residências, mas algumas apólices de seguro habitação exigem-na para determinadas coberturas de roubo. Para instalações comerciais e entidades listadas no Artigo 11.º da Lei n.º 34/2013, a ligação a CRA é obrigatória.

O que é o EN 50131 e que grau é adequado para uma habitação?

A EN 50131 é a norma europeia que classifica sistemas de alarme de intrusão em quatro graus de segurança. Para habitações particulares em Portugal, o Grau 2 é o padrão recomendado — cobre risco médio, exige dupla via de comunicação e antimanipulação em todos os dispositivos. O Grau 1 é considerado insuficiente para habitação familiar com períodos prolongados de ausência.

É preciso comunicar à PSP a instalação de um alarme em casa?

Sim, quando o sistema inclui sirene exterior ou ligação a central de recepção de alarmes. O instalador certificado tem a obrigação legal, nos termos da Portaria n.º 273/2013, de notificar a PSP local no prazo de 5 dias úteis após a instalação. O proprietário recebe o certificado de instalação (CLC/TS 50131-7) como prova de conformidade.

Quando devo pedir uma visita de levantamento em vez de usar esta calculadora?

Esta calculadora fornece uma estimativa por tipologia para uma primeira orientação de custos. Para uma proposta rigorosa, solicita uma visita de levantamento a uma empresa certificada — especialmente em moradias com múltiplas entradas, pisos distintos, garagem ou zonas exteriores. O técnico avalia as aberturas reais e o contexto de risco específico da habitação.

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Pelo RivoCalc · Revisto segundo a metodologia editorial · Actualizado em 18 de julho de 2026

Esta calculadora fornece uma estimativa indicativa baseada na tipologia da habitação. Os valores reais dependem do número efectivo de aberturas, das características construtivas e dos preços do instalador. Para uma proposta detalhada, contacta uma empresa certificada pela PSP.